A fábula é uma narrativa, na qual as personagens são geralmente animais que possuem características humanas. A fábula pode ser escrita em prosa ou em verso e é sustentada sempre por uma lição de moral, que aparecerá na conclusão da história.
A fábula está presente em nosso meio há muito tempo e, desde então, é utilizada com fins educacionais.
Muitos provérbios populares vieram da moral contida nesta narrativa alegórica, como por exemplo: “A pressa é inimiga da perfeição” em “A lebre e a tartaruga” e “Um amigo na hora da necessidade é um amigo de verdade” em “A cigarra e as formigas”.
Muitos provérbios populares vieram da moral contida nesta narrativa alegórica, como por exemplo: “A pressa é inimiga da perfeição” em “A lebre e a tartaruga” e “Um amigo na hora da necessidade é um amigo de verdade” em “A cigarra e as formigas”.
Quando alguém vai redigir uma fábula deve lembrar-se de ter um ensinamento em mente. Além disso, o diálogo deve estar presente, uma vez que se trata de uma narrativa.
A fábula pode ser exposta oralmente, muitas vezes, a fábula tem apresentado diversas versões para uma mesma história e, por este motivo, o escritor ou interlocutor dá ênfase a um princípio ou outro conforme sua intenção.
Adaptado de texto disponível em: http://www.mundoeducacao.com.br/redacao/fabula.htmA formiga e a pomba
Uma formiga sedenta veio à margem do rio para beber água.
Para alcançá-la, devia descer por uma folha de grama. Quando assim fazia, escorregou e caiu dentro da correnteza.
Uma pomba, pousada numa árvore próxima, viu a formiga em perigo.


Rapidamente, arrancou uma folha da árvore e deixou-a cair no rio, perto da formiga, que pode subir nela e flutuar até a margem.

Logo que alcançou a terra, a formiga viu um caçador de pássaros, que se escondia atrás duma árvore, com uma rede nas mãos.

Vendo que a pomba corria perigo, correu até o caçador e mordeu-lhe o calcanhar. A dor fez o caçador largar a rede e a pomba fugiu para um ramo mais alto.
De lá, ela arrulhou para a formiga:
- Obrigada, querida amiga.
"Uma boa ação se paga com outra."
Fábula de Esopo
A raposa e as uvas
Uma raposa faminta entrou num terreno onde
havia uma parreira, cheia de uvas maduras, cujos cachos se penduravam, muito alto, em cima de sua cabeça. 
A raposa não podia resistir à tentação de chupar aquelas uvas mas, por mais que pulasse, não conseguia abocanhá-las.

Cansada de pular, olhou mais uma vez os apetitosos cachos e disse:
- Estão verdes . . .

É fácil desdenhar daquilo que não se alcança.
La Fontaine




